2009-12-06
2009-12-03
POEMAS DE NATAL PARA DECLAMAR
1. NOITE DE NATAL
Quando é noite de Natal,
Noite de amor e carinho,
As estrelas lá no céu,
Vão clareando um caminho.
Nesta estrada luminosa,
Vem vindo Papai Noel,
Trazendo, pras criancinhas,
Brinquedos feitos no céu.
Papai Noel, que acertou
Do céu à terra o caminho,
Meu desejo é que depressa
Encontre meu sapatinho.
*****************************
Eu sei que fui bom menino
Travesso, mas educado,
Por isso tenho certeza
Que hoje serei lembrado.
Apanhei, lá na janela,isso mesmo é que eu queria!
- Papai Noel, obrigado!
Dois Poemas de Edvete da Cruz Machado
http://www.scrapbookbrasil.com/comunidade/showthread.php?t=841
http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1958733
http://sotaodaines.chrome.pt/Sotao/natalparadeclamar/poemas.html
Quando é noite de Natal,
Noite de amor e carinho,
As estrelas lá no céu,
Vão clareando um caminho.
Nesta estrada luminosa,
Vem vindo Papai Noel,
Trazendo, pras criancinhas,
Brinquedos feitos no céu.
Papai Noel, que acertou
Do céu à terra o caminho,
Meu desejo é que depressa
Encontre meu sapatinho.
*****************************
2. DIA DE NATAL
Hoje acordei bem cedinho,
Para ver o que em meu sapato
O Papai Noel deixou.Eu sei que fui bom menino
Travesso, mas educado,
Por isso tenho certeza
Que hoje serei lembrado.
Apanhei, lá na janela,isso mesmo é que eu queria!
- Papai Noel, obrigado!
Dois Poemas de Edvete da Cruz Machado
http://www.scrapbookbrasil.com/comunidade/showthread.php?t=841
http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/1958733
http://sotaodaines.chrome.pt/Sotao/natalparadeclamar/poemas.html
LER+ Poesia de Sophia de Mello de Breyner Andresen
Liberdade
Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade
Fonte de Pesquisa:
http://www.astormentas.com/andresen.htm
Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade
Fonte de Pesquisa:
http://www.astormentas.com/andresen.htm
2009-12-02
CAMPANHA DE NATAL- EBIc/ J.I. de Gavião
Os alunos do 6º B, no âmbito das disciplinas de Formação Cívica e EMRC estão a promover a recolha de roupas, brinquedos, alimentos e livros para oferecer aos alunos do Agrupamento e, também, para enviar para a CRUZ VERMELHA.
SÊ SOLIDÁRIO
E FAZ ALGUÉM FELIZ NESTE NATAL!
LER+
Plano Nacional de leitura: Contos de Hans Christian Andersen
A MENINA DOS FÓSFOROS
Estava imenso frio, nevava e começava a escurecer. Era a última noite do ano, véspera de Ano Novo. Uma pobre menina de cabeça descoberta e pés descalços caminhava pelas ruas ao frio e às escuras. Ao sair de casa calçara uns chinelos, mas isso não lhe servia de nada, agora! Eram demasiado grandes para ela – na realidade eram da sua mãe e tão compridos que lhe saíram dos pés quando teve de correr pela rua, a fugir de duas carruagens que circulavam a grande velocidade. Quando as carruagens passaram, não conseguiu, de maneira nenhuma, encontrar um dos chinelos, e um rapaz fugiu com o outro, dizendo que poderia servir de berço ao filho que um dia teria.
Por isso, a menina caminhava agora sem nada nos pés que já estavam roxos de frio. Tinha alguns fósforos no bolso do avental e um molhinho na mão, mas ninguém lhe tinha comprado nenhuns durante o dia todo. Ninguém lhe tinha dado sequer um tostão. Cheia de fome e gelada até aos ossos, a pobre menina continuou o seu caminho: uma imagem que metia dó. Os flocos de neve caíam nos seus longos cabelos louros que encaracolavam graciosamente junto ao pescoço, mas o que é certo é que ela nunca parara para pensar que poderia ser bonita. Em todas as janelas brilhavam luzes e, mesmo na rua, sentia-se um cheirinho delicioso a ganso assado, pois era a noite de Ano Novo. Nisso, ela pensou.
Sentou-se num cantinho entre duas casas, uma das quais se encontrava mais afastada da rua do que a outra, e abraçou as suas perninhas; mas agora ainda sentia mais frio do que antes. Não se atrevia a voltar para casa porque não tinha vendido fósforos nenhuns, não tinha ganho nem um tostão e tinha medo que o pai lhe batesse. Além disso, em casa também estava frio: viviam num sótão e, apesar de terem tapado as frinchas maiores do telhado com palha e farrapos, ainda entrava vento. As suas mãozinhas estavam dormentes por causa do frio. Talvez a chama de um fósforo resolvesse isso! Será que ela ia ter coragem para tirar um fósforo do molhinho, acendê-lo e aquecer os dedos? Claro que ia: tirou um para fora, acendeu-o…e oh!, ele brilhava e ardia! Dava uma chama clara e quente como uma vela pequenina. Pôs então as mãos em concha à volta do fósforo. Mas que luz tão estranha era aquela! A menina sentiu-se como se estivesse sentada à beira de um grande fogão de ferro, decorado com bolas e esferas de latão brilhante, com um lume tão quentinho a arder lá dentro! Estendeu os pés para os aquecer também, mas nisto a chama apagou-se. O fogão de ferro desapareceu e ali estava ela sentada com o minúsculo resto de fósforo queimado na mão.
Acendeu outro fósforo que ardeu e brilhou. O local onde incidia a luz na parede parecia tornar-se transparente como um véu, o que permitia que ela visse para dentro do aposento. A mesa estava posta com uma toalha de um branco imaculado e uma louça muito fina; em cima da mesa encontrava-se também um ganso assado, recheado com ameixas e maçãs, a cheirar maravilhosamente bem. Mas o melhor de tudo foi que o ganso saltou da travessa, apesar de ter uma faca e um garfo espetados no lombo, e veio a rebolar pelo chão em direcção à menina. De repente, o fósforo apagou-se e já não se via nada a não ser a parede dura e fria.
Acendeu um terceiro fósforo, e agora ela estava sentada debaixo de uma linda árvore de Natal, muito maior e mais bem decorada do que a que tinha visto através das portas envidraçadas da casa do comerciante rico, na véspera de Natal. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes, e bonequinhos de cores vivas como os que se vêem nas montras das lojas olhavam para ela com desprezo. A menina estendeu as mãos para o ar, mas logo o fósforo se apagou. As chamas de todas as velas de Natal ardiam cada vez mais alto e ela reparou que, afinal, eram estrelas brilhantes. Uma delas caiu, deixando para trás um rasto de cor de fogo no céu.
- Alguém está a morrer! – exclamou a menina, pois a sua avozinha sempre dizia que quando uma estrela cai é porque vai uma alma a caminho de Deus. A sua avó, que já havia morrido, tinha sido a única pessoa a ser boa para ela.
Acendeu outro fósforo e, na sua luz, ela viu a própria avozinha, animada, resplandecente e bondosa. Mas que agradável visão!
- Avozinha! – chamou a menina. – Leva-me contigo! Eu sei que tu vais desaparecer quando o fósforo se apagar, tal como aconteceu com o fogão quentinho, o delicioso ganso assado e a linda e grande árvore de Natal!
E muito depressa a menina acendeu o resto dos fósforos uns atrás dos outros para conservar a avozinha ali. Os fósforos arderam com uma tal luz que estava mais claro do que de dia. A sua avozinha nunca tinha parecido tão alta e tão bonita. Pegou na menina ao colo e partiram em alegria e esplendor, subindo, subindo, indo para aquele lugar onde já não há mais frio ou fome ou dor, a ir ter com Deus. A menina foi encontrada no cantinho entre as duas casas, à luz gélida da madrugada. As suas faces estavam rosadas e tinha um sorriso nos lábios, mas tinha morrido de frio na última noite do Ano Velho.
O Sol do dia de Ano Novo nasceu iluminando o pequenino corpo ali sentado com um molhinho de fósforos queimados.
- Estava a tentar aquecer-se! – disseram. Ninguém sabia das bonitas visões que tivera e do modo como ela e a sua avozinha tinham partido para o esplendor e alegria do Ano Novo.
FELIZ NATAL!
2009-11-18
MICHAEL JACKSON
The biggest superstar of eighties was Michael Jackson. He was already a star when he was six, making hit records with his brothers in The Jackson Five. when he was olde, he made more hits. He was a wonderful dancer: he had a new dance called the Moonwalk. Pop videos were becoming almost as important pop records and Jackson's videos were new and exciting...
The Big Apple

"People often call New York 'The Big Apple?. Why?
In the 1920s and 1930s, jazz musisians all wanted to work in New York.
'There are a lot of apples on the tree', they said, 'but when you take New York City, you take The Big Apple Apple!'
Yes, everybody wanted some of The Big Apple - and they want some today, too!
More than twenty million people visit New York every year. Lots of them say it is the most exciting city in the world.
When visitors think about New York, they usually think about Manhattan - an island 21.5 kilometres long and 3.7 kilometres wide. But New York city ha five 'boroughs': Manhattan, Bro0klyn, The Bronkx,Queens and Staten Island. The city has 10,000 kilometres of streets, and seven million or more people live there.
But New York was not always a big city..."
in Factfiles, Oxford bookworms1
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